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terça-feira, 29 de junho de 2010

detalhe.


Por quê?

Simples: o que obviamente não presta me interessa.

Coisas ajeitadas e matemática não me atraem.

Gosto do confuso, do que vem de dentro, do que eu não entendo.

Do amor.

É.

O amor não se entende.

Mais: eu gosto é de sentir.

Deixar o tempo correr e sentir e não me preocupar - com o que os outros vão falar, ou pensar, ou achar.

Sentir.

Me sentir.

Te sentir.

Sentir tudo.

É.

Dizem que isso é que vale...

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